Exposição sobre alimentação na China antiga oferece visitas mediadas e gratuitas no Museu Histórico Nacional

Grupos com mais de dez pessoas podem agendar visitas mediadas, entre 10h e 17h, pelo e-mail mhn.agendamento@museus.gov.br;

Visitantes espontâneos também são atendidos de hora em hora, das 11h às 16h, sem necessidade de marcação prévia;

Integrante oficial da programação do Ano Cultural Brasil-China 2026, a exposição reúne mais de 120 objetos oriundos do Museu Nacional da China, em Pequim.

As pessoas educadoras e mediadoras do Museu Histórico Nacional também atendem grupos com menos de dez integrantes. Nesse caso, não há necessidade de marcação prévia: as visitas mediadas ocorrem de hora em hora, das 11h às 16h, conforme a disponibilidade da equipe.

Durante a atividade, o público é estimulado a observar as obras, compartilhar percepções e compreender como a alimentação permite abordar aspectos históricos, sociais, políticos, religiosos e estéticos da China antiga.

Atividades educativas

De quarta-feira a domingo, atividades educativas são oferecidas logo após as visitas mediadas agendadas. Oficinas e dinâmicas de caráter pedagógico, artístico e cultural também permanecem disponíveis para atender às demandas do público espontâneo que visita o espaço.

De férias no Museu

Entre 22 e 26 de julho e 29 de julho e 2 de agosto, a programação De férias no Museu oferecerá visitas mediadas e atividades educativas, com destaque para os horários das 11h e das 15h. As ações previstas são “Símbolos de Sorte: criação de artes em argila com motivos geométricos chineses”, “O Sabor da Memória: pintando o meu ‘céu’ na Terra” e “Escrita Chinesa: caracteres que expressam ideias”.

Aos sábados, às 15h, a equipe de educadores e mediadores conduzirá as visitas do Bondinho e do Bonde da História, voltadas ao público infantil e familiar. Com duração estimada de 1h30, as atividades terão como foco a ludicidade e a exploração dos sentidos. Em 25 de julho, o Bondinho apresentará “Pequenos artesãos: louças que contam histórias”. Em 1º de agosto, o Bonde da História terá como proposta “Símbolos de Abundância: domesticação milenar da alimentação”.

Por dentro da exposição

Em cartaz até 11 de outubro de 2026, Sabores da Tradição reúne cerâmicas, bronzes, porcelanas, peças em ouro, prata, jade, laca e madeira que abrangem cerca de dez mil anos de história.

Dividida em cinco núcleos temáticos, a exposição apresenta temas como a domesticação de plantas e animais, o desenvolvimento de técnicas culinárias, a importância dos banquetes e das oferendas, a relação entre beleza e funcionalidade nos utensílios e os intercâmbios culturais promovidos pela Rota da Seda.

Entre os destaques estão vasos rituais de bronze com mais de três mil anos, porcelanas da dinastia Qing, objetos associados à cultura do chá e peças que revelam como a comida e a bebida expressavam hierarquias sociais, relações de poder e concepções espirituais.

Integra a programação oficial do Ano Cultural Brasil-China 2026, a exposição tem entrada gratuita e conta com patrocínio do Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Sabores da Tradição tem curadoria do Museu Nacional da China, instituição fundada em 1912 e sediada na Praça Tiananmen, em Pequim. Com um acervo de mais de 1,4 milhão de peças, o museu é um dos maiores do mundo e guarda a principal coleção de artefatos relacionados à história e à arte chinesas. A exposição integra a programação oficial do Ano Cultural Brasil-China 2026, tem entrada gratuita e conta com patrocínio do Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. 

Sobre o Museu Histórico Nacional – O Museu Histórico Nacional, órgão vinculado ao Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM), foi inaugurado em 11 de outubro de 1922. Ao longo de 104 anos de existência, o MHN formou um dos maiores e mais importantes acervos sob a guarda de um museu histórico no país, com mais de 300 mil itens. Um dos principais desafios do MHN é promover a valorização da diversidade de representações sociais no processo de longa duração que caracterizou a formação da sociedade brasileira, ampliando seu diálogo com a sociedade a partir de uma nova percepção do papel social dos museus na atualidade. Na prática, o Museu busca implementar ações comprometidas com a proteção e a valorização dos conhecimentos e expressões das culturas populares e tradicionais, impressas no cotidiano e nos modos de fazer e viver. Atualmente o MHN é um museu reconhecido nacional e internacionalmente em razão da qualidade de suas exposições, de suas coleções, de seu projeto educativo, de sua produção científica, dentre outras ações.

Sobre a Expomus A Expomus atua há 44 anos no desenvolvimento de exposições, projetos museológicos e gestão de acervos culturais no Brasil e no exterior. Seus projetos são pautados pela valorização do patrimônio material e imaterial, pela promoção da diversidade cultural e pela construção de experiências de conhecimento acessíveis ao grande público. Ao longo de sua trajetória, a empresa trouxe pela primeira vez ao público brasileiro acervos de instituições como o Musée d’Orsay, de Paris, e o Museo Reina Sofía, de Madri. Exposições como Impressionismo: Paris e a modernidade, Picasso e a modernidade espanhola e O triunfo da cor: o pós-impressionismo tornaram-se referências de público e impacto cultural no país.

SERVIÇO

Sabores da Tradição: história da alimentação na China antiga

Visitas mediadas para grupos com mais de dez pessoas: mhn.agendamento@museus.gov.br (agendamentos disponíveis entre 10h e 17h)

Visitas mediadas para grupos com menos de dez pessoas: de hora em hora, das 11h às 16h, sem necessidade de agendamento prévio e conforme a disponibilidade da equipe

Atividades educativas: de quarta-feira a domingo, após as visitas mediadas agendadas, com oficinas e dinâmicas também disponíveis para o público espontâneo

Local: Museu Histórico Nacional

Endereço: Praça Marechal Âncora, s/nº, Centro, Rio de Janeiro/RJ

Período: até 11 de outubro de 2026

Funcionamento: Quarta a domingo, das 10h às 17h (último acesso às 17h e encerramento às 18h)

Entrada: gratuita

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 ​Fonte: Jornal da Construção Civil

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